• João Politof

MELHORANDO A TAXA DE RETENÇÃO DOS SEUS VÍDEOS

Leia os seus relatórios de retenção de vídeos antigos e novos. No YouTube, por exemplo, você pode ir no estúdio de criação, entrar em Análises ou Estatísticas e clicar no vídeo que você deseja analisar.

Se os vídeos mais recentes não tiverem dando bons resultados, analise vídeos antigos, investigue os detalhes, talvez você já tenha feito bons números em vídeos e não tenha percebido.

A segunda dica é deixar sempre um suspense para o final. O que muitos criadores de conteúdo que trabalham com YouTube têm feito é colocar um título chamativo (geralmente uma pergunta ou um mistério) que só será resolvido no final do vídeo. Por exemplo, no título está escrito “Quebrei o copo de cristal precioso da minha mãe”. Neste caso o público pode ficar curioso e sedento para ver as seguintes situações:


1 - Como você quebrou o copo

2 – O momento do copo sendo quebrado

3 – Sua reação após perceber que quebrou o copo da sua mãe (Assustado, Temeroso...)

4 – Reação da sua mãe ao ver o copo dela quebrado (Irritada, Nervosa, Enraivecida...)

5 – Como você vai contornar a situação após a reação da sua mãe


Vamos supor que você esteja planejando postar este vídeo com 15 minutos de duração

A melhor forma de editar este conteúdo seria colocando o ápice (item 4) e a conclusão da história (item 5) próximos dos minutos finais do vídeo...

Se você tiver um vídeo de 15 minutos e usar os primeiros 3 minutos para mostrar toda sua história, com certeza haverá uma queda de retenção de audiência e o desempenho do seu vídeo será prejudicado.

Enfim, deixe sempre um suspense para ser resolvido no fim do vídeo, prometa entregar um presente, ou uma informação valiosa ou até mesmo um produto importante e entregue somente quando o seu vídeo estiver se aproximando do final.


A terceira dica é ajustar a duração ideal para o seu vídeo. Descubra a duração ideal dos seus vídeos para se comunicar melhor com o seu público e melhorar também o seu rankeamento na visão do algoritmo. Não existe um tempo exato para a duração de um vídeo, cada caso é um caso, o que é muito tempo pra mim pode não ser pra você, tudo depende do seu tipo de conteúdo, da forma como você fala, do jeito que você conduz o seu vídeo. Esse número pode variar e só você pode descobrir. (No capítulo anterior falo mais sobre isso).


A quarta dica é usar o humor e a energia. Se você começar um vídeo falando de maneira muito séria, pode não ter muita graça, nem contagiar as pessoas que estão te assistindo. Agora, se você abre um sorriso, estufa o peito, ajeita a camisa e fala com entonação, com energia na voz, mostrando ao seu público que você está fazendo aquele conteúdo para ele, que quer realmente a atenção dele, que tem humor, que é diferenciado e pode entregar alguma coisa de valor para ele, isso é muito mais cativante.

Já percebeu que, quando você vai falar em público e solta uma piadinha que faz a galera rir, você fica mais relaxado? Alguma coisa acontece com a atenção das pessoas. Quando a pessoa vai te assistir, ela está tensa, aí você faz uma graça e a pessoa logo relaxa, descontrai, abaixa a guarda e começa a te ouvir mais, se você manter o ritmo o seu público vai querer te ver até o final, porque você o conquistou.

O humor e a energia podem trazer resultados fantásticos pra você. Às vezes o que falta é só um pouco de senso de humor, um pouco de gás no seu vídeo, um pouco mais de habilidade, de dinâmica na edição. Talvez seja só um errinho bobo, basta consertá-lo para então engajar cada vez mais, retendo melhor a audiência que você precisa. Acrescente isso a seus vídeos.


A quinta e última dica para você aumentar a sua audiência é acrescentar os B-ROLLS

B-ROLLS é uma técnica muito simples de edição de vídeo que pode melhorar consideravelmente a sua história. Aqui, no Brasil, comumente, chamamos de B-roll de imagem de cobertura. Sua principal função é ajudar a contar uma história através de outros ângulos, além de dar dinâmica, ritmo e opções para o editor montar um material.

Pegue, por exemplo, o caso de uma entrevista. Os takes principais serão aqueles que focam no entrevistado (no caso de entrevistas com 2 ou mais câmeras). O B-roll, neste caso, dependerá de como você quer contar aquela história, algumas sugestões poderiam ser pra este caso específico: detalhes das mãos do entrevistado sugerindo certo nervosismo do mesmo, expressões faciais como rugas sugerindo certa idade e experiência de quem fala, takes do cotidiano do entrevistado mostrando a rotina do mesmo, ou, até mesmo takes com drones situando o espectador sobre o lugar que a entrevista aconteceu. São apenas sugestões, mas tudo dependerá da intenção que se quer dar a um projeto.

Às vezes, esse pequeno B-ROLL, essa pequena inserção de vídeo, imagem e edição é o que está faltando para você estourar e reter mais a atenção da galera.



Essas foram as minhas 5 dicas que considero mais importantes e que eu já apliquei e já obtive grandes resultados na minha agência até hoje. Tem muito mais dicas sobre este tema pela internet a fora. Pesquise, estude, experimente, teste, crie coisas novas, se esforce para sair da curva do aceitável e entrar na curva do extraordinário.

Se você sabe um pouco de inglês, pesquise em inglês! Pesquisar em inglês vai fazer com que você descubra muita coisa lá de fora que ainda não aconteceu aqui no Brasil. Isso te dará uma certa vantagem na hora de trazer novidades para dentro da sua produção de conteúdo.

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